vídeo: Utilize a Passagem Subterrânea

vídeo: Utilize a Passagem Subterrânea
TFG de Anna Turra Ajzenberg, FAUUSP 2010
Orientação: Prof. Dr. Silvio Melcer Dworecki

frames:

projeção

encerramento

As experiências realizadas no desenvolvimento deste Trabalho tem seu encerramento através da projeção de um video de autoria da aluna Anna Turra Ajzenberg, como Trabalho Final de Graduação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sob orientação do Prof. Dr. Silvio Melcer Dworecki.

A projeção se dá na Passagem da Consolacão. A duração do video é de 30 minutos.

Previstas 4 sessões:

24/06, quinta-feira – 14h

26/06, sábado – 13h e 14h

28/06, segunda-feira – 12h

local: Passagem Subterrânea da Consolação, São Paulo.

sobre a arte – despretensiosa, brincadeira, reveladora

Na obra de arte autêntica o artista inventa sempre. Uma vez terminada, a obra torna-se outra coisa. Pois, de uma forma ou de outra, a arte é sempre um começo.
Quem disse isto não foi uma mulher: foi Picasso. Um que agüentava melhor do que ninguém o desafio de começar do nada, a partir da sucata, do lixo, do papel rasgado, e produzir – sobretudo em sua escultura – não o monumental mas o efêmero, não o objeto pronto e acabado que simula a Coisa mas uma coisa, despretensiosa – assim mesmo, com letras minúsculas. Dar forma ao que não existia: criar uma coisa capaz de revelar, em sua precariedade proposital, o próprio truque do artista que transforma os restos e dejetos da civilização em idéia, em forma nova; que transforma o lixo em graça, em vida, em movimento. Nas esculturas, e sobretudo nas colagens de Picasso, a obra é ao mesmo tempo a coisa inventada e a brincadeira que a originou. Uma mulher feita de telha, pedaços de cano, restos de madeira e um galho seco, certamente não se pretende forma eterna e realizada. Mas realiza a eternização do gesto livre que lhe deu origem.

Maria Rita Kehl em ‘O Peso da Feminilidade’ [2004]

aqui e agora > aura

“Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja. Observar, em repouso, numa tarde de verão, uma cadeia de montanhas no horizonte, ou um galho, que projeta sua sombra sobre nós, significa respirar a aura dessas montanhas, desse galho. Graças à essa definição, é fácil identificar os fatores sociais específicos que condicionam o declínio atual da aura.”

BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1985

A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica, p.170

intervencão na Passagem: video+dança+cidade

Trabalho Final de Graduacão
autoria/projeções videográficas/concepção: anna turra
luz: aline santini
intérpretes: silenciosas + gt’aime (dir. diogo granato)
foto: ana dupas
câmeras de video: alexandre palo,  lucas girard e diogo granato

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

still de video (câmera diogo granato) - anna + ricardo gali e nathalia catharina

foto: diogo granato, intérpretes: silenciosas + gt'aime

still de video, câmera: alexandre palo, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

still de video, câmera alexandre palo, intérpretes: silenciosas + gt'aime

foto: ana dupas, intérpretes: silenciosas + gt'aime

still da projeção videográfica. imagens capturadas previamente e mixadas em tempo real por anna turra

insumos

- lâmpadas mini spot

- black foil

- cartolinas

- fitas crepe/isolante

- fitas miniDV

tags/conceitos

PASSIVIDADE

AUTOMATIZAÇÃO

INVISIBILIDADE

DILATAÇÃO

subterrâneo x cidade

— eu vou lá fora, alguém quer alguma coisa?

montagem para testes - foto de ana dupas

teste projeção de texto - foto anna turra

novidade

“Entretanto, para ser nova, a informação deve reverter a rotina, deve ser, no mínimo, desautomatizante.”

FERRARA, Lucrécia D’Alessio. A Ciência do Olhar Atento – 1986/87

looping em escada

imagem: pessoas descem uma escada infinita em video loopado

lembrando escadas de Escher:

http://www.mcescher.com/

Relativity, 1953:

M. C. Escher, Relativity, 1953. Litogravura

 

e esta montagem encontrada em: http://www.flickr.com/photos/galacticdust

encontrado no flickr de galacticdust

experiências/informações

março-abril

intensificando e radicalizando as experiências:

- levar contrapontos para as imagens/informações habituais da passagem, informações variadas invadindo o subsolo, revertendo a rotina:

- atropelamento (run over)
- trânsito/túnel
- rios/córregos
- chuva
- metrô
- av. paulista inicio séc XX
- refeicão/almoço
- ratos
- underwater/submerso

videos relacionados (pesquisa no YouTube):

no papel

primeira plantinha

para estudar os desenhos dos fluxos dos transeuntes e localizar pontos de vista das câmeras.

levantamento feito por marisa bueno. thanks!
lucas girard, obrigada pelo pdf e cortes.

“o povo não se acha”

desorientação

pérolas dos transeuntes relatadas por Odete, que trabalha pela Associação de Livreiros Via Libris:

“Se eu subir a escada, eu chego lá em cima?”

“Tô fazendo uma baianada, não encontro a saída.”

“Tô perdida, eu preciso sair na esquina.”

filmagem 02 de março

Terça-feira de garoa constante.

Filmagem produtiva hoje na Passagem, horário de almoço.

Foi também a abertura da exposição Em Obras, que ficará lá durante 2 meses. Tiveram um espaço grande na mídia hoje, no Caderno 2, Estado de S. Paulo.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100302/not_imp518093,0.php

Site do projeto deles: http://www.em-obras.com/

Encontrei por acaso o amigo Marko Mello e conheci Fernando Stickel, que tirou esta foto. Obrigada!

Em breve coloco um pouco da filmagem aqui.


citações

Gordon Matta-Clark, sobre obras voyeurísticas:

“(…) boa visão, agudo senso de mudança. (…) É preciso escolher o lugar certo na hora certa, antes que tudo termine.” – 1974

(retirado de texto exposto na exposicão Desfazer o Espaço, Gordon Matta-Clark no MAM-SP, 2010)

você está aqui

… na verdade, embaixo desse círculo rosa aí:

imagem do google earth

cota na rua: 829 m

testes 1

Fotos de Alexandre Palo (obrigada!)

moldura

molduras para as projeções.

loop

conceito: looping cotidiano.

“Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar. Pode passar.”

pode passar pode passar pode passar pode passar pode passar
pode passar pode passar pode passar pode passar pode passar
pode passar pode passar pode passar pode passar pode passar
pode passar pode passar pode passar pode passar pode passar
pode passar pode passar pode passar pode passar pode passar

sobre o título

Utilize-a, Passagem Subterrânea.

Parada Solicitada

Parada Paulista

tela X

travessias em outros pontos da região.

presença virtual de outras regiões da cidade.

reflexões e highlights de

reflexões e highlights de “A última palavra é a penúltima”
- documentário de Evaldo Mocarzel sobre o processo de criação da performance do Teatro da Vertigem + Zikzira Teatro Físico:

- posicionamento da platéia;

- mudanças na iluminação (cores, focos), definindo movimentos (pensando musicalmente no termo);

- ritmo: marcha;

- planos-detalhe da estrutura da passagem: parede, pedras, pó, fechaduras, teias de aranha etc;

- frases:

“fluxo da vida normal. eles nunca páram.”
“como se essas coisas interessantes estivessem dentro do seu corpo.”
“vamos respirar.”
“ninguém sabe o que pode e o que não pode.”
“o performer não faz nenhum papel. é ele.”

- pesquisar os arredores do subsolo da região da passagem: cemitério, metrô, túneis, estacionamentos >> planta do subsolo;

reservado

mês de junho garantido na plc. a reforma do teto terminou. agradecimentos à via libris: associação de livreiros da passagem da consolação.

brainstorm com amigos 2

utilize a passagem+giltokio:

“O lugar lá, mesmo sendo legal, é feio.”

caderninho codesenhado com gil tokio

questão de ordem: elaborar cronograma de intervenções para requerimento das respectivas autorizacões. >> simulações virtuais caso as autorizações tardem.

possível apêndice: projeto com sugestões de estruturas para receber cenários, intervenções – varas, ganchos. projeto com sugestões para contemplar melhor o programa sebo/galeria de arte/passagem.

referência: piano stairs. passo da escada como suporte.

live cam: conceito sensor >> manipular a imagem ao vivo da câmera de maneira radical, resultando: manchas luz e sombra.

encenação

dirigir uma cena com atores. (quantos?)

personagens: atuais do cotidiano de sampa?
de outros lugares e outras épocas?

arriscar sketches originais a partir de micro-cenas/falas observadas na passagem.

pesquisar textos existentes que possam se relacionar com isso.

retomando

o que atraiu na disciplina “O Espaço de Representação”, que incentivou o tema para este Trabalho, foi mais ou menos isso aqui:

atenção e percepção para a dramaticidade dos lugares (de encontro) da cidade

nunca é demais lembrar da força motriz.

inanimados que circulam

filipetas, cartões de visitas, programações culturais em distribuição na Passagem Subterrânea.

cultura, cuidado, afeto, preservação, comunicação, informação, entretenimento, fé, proteção, consumo.

brainstorm com amigos

boa troca de ideias com amigos. tópicos:

- placas de led revestindo as paredes, imagens mais luminosas, em alta definição e livres do recuo que o projetor exige.

- focar a transmissão de imagem ao vivo no conceito de “retrato” dos transeuntes. usuários da passagem vendo sua própria imagem projetada.

- além dos convidados atores/palhaços/dançarinos para interferir no espaço, propor interferências físicas e registrar como interferem ou não no comportamento e nas reações de quem atravessa a Passagem. Por exemplo: espelhos.

- como retirar as pessoas de seu estado automatizado, característico do momento de deslocamento na cidade, que, em si, não se trata de um momento de contemplação, de estar? passar X estar. é desejável tirar as pessoas desse estado?

quadros 2 + orientação

orientação silvio:

conceitos
>>>>>>>> sucessividade
|||||||||||||||| simultaneidade

ampliar formas de registrar os transeuntes (3×4?)







“Eu espero dos meus alunos uma contextualização, referências, poesia.”

highlights palestra rosalind krauss

palestra em 25 de outubro de 2009 no Paço das Artes

link com relato da palestra: http://3simposio.wordpress.com/relatos/

abaixo, highlights anotados por mim enquanto assistia à palestra:

Rosalind Krauss – o Cubo Branco acabou. Esse lugar que separa a arte do mundo…

bill viola

harun faro(c)ki

editing room (two screens)
images of enigma
soft editing
Schnittstelle (ponto de corte, mesa de montagem)

selfcriticism

citado: joseph kosuth

greenberg

edward shey (shay?)
gasoline stations
parking slots (lots?)

roland barthes “camera lucida”
looking photograph of napoleon’s brother
“i’m looking at eyes that looked at the emperor”

william cantridge
animation

sophie calle
watergate
prenez soin de vous

james coleman
slide tape
“double-face out”
work: initials

marcel broodthaers
mixed-media installation
imaginary museum

sugestão para o simposio:
fradulance of art that surrounds us

limites entre fraude e arte genuina
(perigos nas grandes exposicoes)

metafora benjamin: salto “tigriniano”

é uma simplificação dizer que estamos na era de “vale-tudo”

estado/qualidade do olhar

ativar um estado de observação criativo em quem assiste, mostrando cenas criadas, montadas >> importância da participação dos convidados-artistas.

a partir do aquecimento desse olhar, as cenas “comuns” podem mostrar outros significados. mescla: atuação-realidade.

percepção.

interrupção na reforma

hoje a associação de livreiros que trabalha e cuida da Passagem foi informada da interrupcão da reforma. O forro do teto não foi terminado, o aquário de exposições está desmontado e há materiais da reforma encostados.

não deram previsão de retomar.

a Odete apontou que não é possível cumprir o cronograma de exposições que já está agendado dessa maneira e que as atividades da passagem ficam proojudicadas. pediu às pessoas já conhecidas que atravessam ali que fizessem um esforço coletivo, reclamando com a imprensa, pois já expirou o prazo da reforma, que foi declarado no Estado de S.Paulo, em 11 de agosto, como sendo de 3 meses e não há nem mesmo nova previsão.

— Por que você não atravessa pela Passagem Subterrânea?

Sério? Eu não sabia? Onde que é? Verdade? Brigada.

Porque eu vou pegar o ônibus.
Mas dá pra sair ali.
Ah é, eu já tinha visto mas tinha esquecido.

Sou meia ressabiada com essa passagem.

Pra falar a verdade eu ando pouco pros lados daqui.

Mais prático, a faixa já tá aqui.

Porque eu to com pressa, to atrasado. Ali demora mais, é mais cansativo. Se tivesse escada rolante…

Porque eu acho que é mais longo o trajeto do que atravessar aqui, que é direto.

Eu não posso ficar andando muito, ali tem que ficar descendo escada, eu fui operada, aqui é melhor, né?

— Por que você atravessa pela Passagem Subterrânea?

Acho que aqui é mais fácil do que atravessar por cima por causa do transito.

Por causa do farol

Porque é mais curto

Porque enquanto o sinal não abre ali fica muito sol. E é mais seguro. E é melhor que você passa aqui vendo os livros, talvez me interesse algum.

Pra evitar esperar o semáforo abrir, demora mais.

Depende. Por exemplo, hoje, porque tava fechado o sinal.
E tem outros motivos, também?
Não, só esse.

Porque é menos perigoso. O semáforo o pessoal não respeita, aqui em cima. Mesmo se fecha o semáforo os motoboys passam, as pessoas passam. Então, evita atropelamento, é mais seguro.

Porque eu acho mais seguro. Ali é uma loucura. Como eu trabalho desse lado, eu atravesso por aqui todo dia.

Ah, porque é mais fácil do que ficar esperando o farol abrir.

Porque você fica no farol, todo mundo fica fumando em cima de você.

Porque eu gosto. Ao invés de ficar torrando no sol, parada olhando os carros, eu acho muito mais gostoso passar por aqui, olhar os livros, ver as exposições. Eu adoro esse espaço.

Porque o farol ta fechando e a gente vai por baixo, pra continuar andando, não gosto de ficar parado. Então, vou por baixo.

Pela facilidade.

Não tem que ficar esperando o farol abrir pra poder atravessar.

É mais prático. Fora que eu, particularmente, gosto desse ambiente.

Mais rápido. Como eu vou almoçar, quanto mais tempo, melhor.

Porque eu gosto de ver obra de arte, por isso eu atravesso, melhor do que atravessar lá por cima. Aqui tem mais novidade. Dou uma passeada aqui todo dia, principalmente quando tem gravura. Eu também sou pintor, gosto de quadros.

Por causa do sol, hoje tá muito quente, e pela facilidade. Por causa de carro, alguma coisa assim, passar no sinal vermelho. Eu prefiro mais segurança.

Pra não esperar o farol.

Mais prático.

Porque é gostoso aqui, é fresquinho. Aqui é mais gostoso e é mais tranqüilo. E a gente observa as coisas, tem os livros, pessoas.

No momento porque aqui é o caminho mais curto. Não, porque tem coisa pra ver, as fotos. Sempre eu dou uma olhada nos livros, quando tem tempo.

Porque demora muuuuuito o farol pra fechar. Já comprei livros nesse sebo, mas o motivo mesmo é porque o farol demora.

Porque é mais rápido. Odeio esse farol.

porque eu gosto

um lugar pensado de maneira muito limitada. ainda assim, há pessoas que gostam. é fresco, tranquilo.

se houvesse mais espaços assim, porém, pensados de maneira um pouco mais generosa, haveria ambientes subterrâneos agradáveis.

“Porque é gostoso aqui, é fresquinho. Aqui é mais gostoso e mais tranqüilo. E a gente observa as coisas, tem os livros, pessoas.”

multiplicação

na diária de hoje imaginei, na parede à esquerda da escada central, uma projeção de aproximadamente 10 m de largura da escada multiplicada umas 6 vezes.

convidados: criações/intervenções

amigos palhaços, fotógrafos, dançarinos: atravessando a passagem de diferentes maneiras, diferentes olhares.
objetos descendo, caindo pela escada.

possibilidades

(alternativa nome: Parada Paulista)

não descartar fazer mais de uma projeção. duas talvez: uma na parede entre-escadas do lado do HSBC e outra na parede longitudinal, ao lado da saida do corredor de ônibus, para interferir no espaço de maneira menos pontual, mais espalhada, manchando a travessia.

travessia – margens
travessia – saídas e chegadas

dúvida: projetar a cidade, que está logo acima? mantê-la na lembrança/imaginação através dos ruídos que chegam?

filipetas

possibilidade: aproveitar que há duas “mesinhas” de filipetas às quais alguns passantes costumam olhar para deixar mensagens/perguntas ali, quem sabe o endereço deste blog.

2ª feira – 16 de novembro

11h15

A Passagem está aberta. Cerca de 2/3 do forro novo do teto já foram colocados, com novas calhas de elétrica. O aquário de exposições ainda está desmontado.

Filmagem com tripé, quadro fixo na escadaria de quem vem do HSBC, indicada pela Odete como a direção de onde vem mais gente nesse horário.

Fiquei ali durante 1h30 e, de fato, vinha mais gente dali. A maioria das pessoas transita como no trânsito de automóveis: pela direita.

Enquadramento frontal com a altura da parede que deverá ser utilizada como suporte da projeção.

No centro do quadro estão os degraus onde acontece a transição da luz do sol para a luz artificial da Passagem.

Vê-se um pedaço de cartaz de cinema, lambe-lambe de fotos de artistas e aviso de proibição de fumar.

Pelo fato de eu estar ali, meio parada/disponível, algumas pessoas vieram falar comigo: pedir informação sobre como chegar no metrô, pedir caneta emprestada para anotar um número de telefone no orelhão.

Trilha: diferentemente do período da tarde, a rádio não está sintonizada em estação de MPB, mas sim na Cultura FM, com programação clássica. Provavelmente opção da Odete, não perguntei.

A Odete tem uma cadelinha vira-lata de 2 anos, a Chiquinha, que a tem acompanhado nas manhãs na Passagem porque, no apartamento, quando sozinha, fica latindo e azucrinando os vizinhos. Odete fica diariamente na Passagem das 7h às 14h30.

Atravessaram o enquadramento do video aproximadamente 175 pessoas em 60 min de filmagem.

Intervalo máximo de tempo vazio, sem passar ninguém pela escadaria em quadro: 1’30″, aproximadamente (poderia estar passando alguém pelo outro lance de escada).

Mais agradável a Passagem pela manhã. Menos poluição.

ideia: fazer uma pequena temporada para a apresentação, umas 3 vezes.

Ter um lugar específico de estudo e interessar-se por ele, querer conhecê-lo, observá-lo como um objeto, um ente. Carinho pelo objeto.

Imagens à prova

Trabalho na ilha de edição:

Testando trilhas e efeitos sonoros que induzam interpretações variadas das cenas capturadas no dia-a-dia da Passagem.

Na apresentação é provável que não haja trilha, sendo esta o próprio som do local. Para explorar as imagens aqui na telinha do computador, inserir uma trilha provisória ajuda a ler as imagens de diferentes pontos de vista.

Possibilidades suportes para as projeções:

A parede do lado do HSBC, apesar de ter um conduite bem no centro, é maior. os formatos das paredes são diferentes, para escolher vamos depender do enquadramento que fizer mais sentido na filmagem das escadas.
Testar projeção sobre o vidro do aquário, com 4 ou mais projetores em linha – reflexos.

fechado para reforma

Passagem reformando instalações elétricas durante esta semana.

quadros

pscescada3pscescada1pscescada2pscescadasola

Por que utiliza este espaço?

escada-central

Como apresentar os depoimentos?

Cartelas no formato video, cartelas em papel… lambe-lambe nas paredes de entrada da Passagem.

Feitura de um blog

Algumas ideias e hipóteses insistem em não se fixar.

Fazer um blog para registrar o processo.

Todas as imagens no blog serão feitas por mim.